terça-feira, 13 de abril de 2010

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Devias estar aqui rente aos meus lábios
para dividir contigo esta amargura
dos meus dias partidos um a um

- Eu vi a terra limpa no teu rosto,
Só no teu rosto e nunca em mais nenhum

terça-feira, 23 de março de 2010

ROMANCE NAVIA




Caros leitores, fantástico Romance Navia da autora Teresa Durães. A não perder!

Um Abraço

sexta-feira, 5 de março de 2010

Lançamento


O gosto pela escrita, punhado de palavras, o triunfo de um cérebro optimista.
A Escritora Teresa Durães, com imenso prazer, espera contar com a vossa presença no lançamento do seu primeiro Livro.

Um romance que espera fascinar até à ultima letra.


Lançamento no próximo dia 20 de Março, sábado, pelas 17h00, na livraria do Cinema King, o romance NAVIA.

NAVIA, nasce no ano 410 D.C, época em que a Lusitânia encontra-se instável devido às invasões
dos Suevos, Alanos e Vândalos. O Cristianismo começa a espalhar-se mas tanto a nova
religião como a antiga ainda vivem lado a lado. Ela vive num Castro na montanha.

Ana, nascida neste século, não consegue adaptar-se ao estilo de vida que a sociedade impõe.

Um abraço!

terça-feira, 2 de março de 2010

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Se todo o ser ao vento abandonamos
E sem medo nem dó nos destruímos,
Se morremos em tudo o que sentimos
E podemos cantar, é porque estamos
Nus em sangue, embalando a própria dor
Em frente às madrugadas do amor.

Quando a manhã brilhar refloriremos
E a alma possuirá esse esplendor
Prometido nas formas que perdemos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

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Às vezes sou precisa como bússola.
Em outras, me perco na vastidão de mim.
Às vezes sou asas imensas.
Em outras, sou chão, raízes firmes.
Às vezes sou âncora segura.
Em outras, um barco a deriva.
Às vezes sou olhar calmo e sereno.
Em outras, todo o espanto nos olhos.
Às vezes vou ao limite, sou ponto final.
Em outras, um mundo de reticências.
Em outras, o sentir da saudade.
Às vezes, a calmaria de águas plácidas.
Em outras, a ferocidade do mar revolto.
Às vezes, sou cores vibrantes.
Em outras, uma soturna palidez.
Às vezes, sou música contagiante.
Em outras, abissal silencio se faz.
Às vezes, sou inteira.
Em outras, sou fragmentos.
Hoje…

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

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Quando as palavras
secam na garganta
no momento exacto de as dizer
parecem rochas encrostadas na terra
impossíveis de as moldar.

Fico na impotente ansiedade
como náufrago, sem gritar.

Sei como são cruéis
e tiranas as palavras
que se recusam a pronunciar-se
naquele exacto momento
em que mais são precisas.

Quando me acontece contigo
substituo-as pelo olhar
e as mãos dizem o resto...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

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"Amo-te sem saber como, nem quando, nem de onde,
Amo-te directamente, sem problemas nem orgulho:
Assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
a não ser deste modo em que não sou nem és,
tão perto que tua mão sobre o meu peito é minha,
tão perto que se fecham teus olhos com meu sono."